Economia: ar-condicionado pode pesar na conta de luz
- Corumbá 'ON'
- 23 de jan.
- 2 min de leitura
Uso consciente e tecnologia adequada ajudam a reduzir o consumo
Da Costa Filho, 23 de janeiro de 2026

Durante os períodos de calor intenso, o ar-condicionado pode representar até 40% do consumo de energia elétrica de uma residência. Esse impacto varia conforme o modelo do equipamento, a potência e o tempo diário de utilização.
Tecnologia inverter faz diferença
Aparelhos com tecnologia inverter oferecem maior controle do funcionamento do motor, evitando desligamentos e ligações constantes. Segundo o especialista em pesquisa e desenvolvimento da Gree, Romenig Magalhães, essa tecnologia pode gerar economia de até 40% no consumo de energia, além de aumentar a durabilidade do equipamento.
Potência e gasto mensal
O consumo depende diretamente da capacidade do aparelho, medida em BTUs, e do tempo de uso. Modelos residenciais entre 9 mil e 12 mil BTUs podem consumir de 15 a 45 quilowatts-hora por mês em uso moderado. Equipamentos mais antigos, sem inverter, costumam ultrapassar esse patamar, sobretudo em períodos de bandeira tarifária vermelha.
Selo de eficiência energética
A classificação do Inmetro é um fator decisivo na escolha do aparelho. Equipamentos com selo A apresentam menor consumo de energia e reduzem o impacto na conta de luz.
Cuidados no uso diário
Manter portas e janelas fechadas durante o funcionamento, reduzir a incidência de calor externo com cortinas ou persianas e realizar a limpeza frequente dos filtros são medidas que ajudam a manter a eficiência do ar-condicionado.
Temperatura ideal para conforto e economia
A regulagem recomendada fica entre 23°C e 25°C, faixa considerada confortável e mais econômica. Temperaturas muito baixas aumentam o consumo, reduzem a umidade do ar e podem causar desconforto térmico.
Por outro lado, quanto mais baixa for a temperatura, maior vai ser o consumo de energia.
Função sono ajuda a economizar
O uso da função “Sono” durante a noite permite ajustes graduais da temperatura, diminuindo o consumo de energia até o período do despertar, sem comprometer o conforto térmico.
Com informações da Agência Brasil.






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